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APUB23 de setembro de 2022

Universidade na Praça atraiu centenas de pessoas no Campo da Pólvora

A praça é do povo e a universidade pública também, e nesta quinta-feira, 22 de setembro, as duas estiveram unidas na segunda edição do projeto Universidade na Praça – Democracia e Esperança, realizado no Campo da Pólvora em Salvador e promovido pela APUB (Sindicato dos Professores das Instituições Federais de Ensino Superior da Bahia), em

APUB SindicatoPublicado em 23 de setembro de 2022
Universidade na Praça atraiu centenas de pessoas no Campo da Pólvora

A praça é do povo e a universidade pública também, e nesta quinta-feira, 22 de setembro, as duas estiveram unidas na segunda edição do projeto Universidade na Praça – Democracia e Esperança, realizado no Campo da Pólvora em Salvador e promovido pela APUB (Sindicato dos Professores das Instituições Federais de Ensino Superior da Bahia), em parceria com professoras e professores, estudantes e técnicos-administrativos da Universidade Federal da Bahia (UFBA) e Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (UNILAB). “Essa segunda edição do projeto é fundamental porque significa valorização da universidade como instrumento de transformação social, apresentando a nossa produção científica e acadêmica. Isso nos valoriza também enquanto professores e professoras”, afirmou o presidente da APUB, Emanuel Lins.

A primeira edição aconteceu em 2019, antes da pandemia, e foi lançada num contexto de ameaças e cortes de verbas das instituições federais de ensino superior. “Não à toa demos o nome a essa edição de “democracia e esperança”. Esperança de que a nossa resistência, o nosso trabalho em favor da universidade seja também em favor da própria democracia”, declarou Raquel Nery, professora da Faculdade de Educação da UFBA e idealizadora do projeto.

O evento, iniciado às 8h, contou com uma estrutura de 1 palco, 13 tendas e 2 salas, onde aconteceram exposições, oficinas, palestras, serviços de saúde, apresentações artísticas diversas, brincadeiras, entre outros formatos de atividades. Cada espaço teve um tema de identidade e recebeu o nome de um patrono ou patronesse, como forma de homenagear pessoas que são referência na produção de conhecimento e cultura em diversas áreas. “A gente tem mais de setenta exposições diferentes, intervenções culturais e na sociedade. O evento é muito plural, conversamos com a comunidade, ambulantes, crianças. Falamos sobre saúde de homens e mulheres, vacinação, arboviroses e ciência”, destacou o professor recém-ingresso na Faculdade de Enfermagem, Rafael Carvalho.

Ao longo do dia, centenas de pessoas transitaram pela praça e puderam conferir apenas uma pequena parte da diversidade de arte, cultura, ciência e tecnologia produzida pelas universidades baianas. A APUB pretende realizar outras edições do projeto, diversificando também os locais, de modo a tornar cada vez mais comum o diálogo entre universidade e a sociedade. “Para nós da diretoria do sindicato é fundamental realizar um evento dessa magnitude, mostrar o que fazemos e a importância do nosso trabalho. Essa segunda edição vem mais forte, mais potente e a gente acredita que pode ser ainda melhor na próxima”, concluiu Fernanda.

A atividade foi encerrada com o show da banda de Camaçari Afrocidade.

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