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Mobilização16 de agosto de 2016

Em dia de paralisação, docentes participam de ato em defesa dos direitos trabalhistas

Em dia de paralisação nacional (16 de agosto), convocado pelas centrais sindicais e aprovado na Assembleia Geral da Apub de 28 de julho, docentes participaram durante toda a manhã do ato contra retrocessos trabalhistas e sociais em frente à Federação das Indústrias do Estado da Bahia. Houve protestos contra o governo interino, contra a PEC 241,

APUB SindicatoPublicado em 16 de agosto de 2016
Em dia de paralisação, docentes participam de ato em defesa dos direitos trabalhistas

Em dia de paralisação nacional (16 de agosto), convocado pelas centrais sindicais e aprovado na Assembleia Geral da Apub de 28 de julho, docentes participaram durante toda a manhã do ato contra retrocessos trabalhistas e sociais em frente à Federação das Indústrias do Estado da Bahia. Houve protestos contra o governo interino, contra a PEC 241, que congela investimentos públicos por 20 anos, contra as propostas de “flexibilização” da CLT, as ameaças ao SUS e à Petrobrás, além de denúncias do pretendido corte de até 45% das verbas das universidades federais.

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O ato, marcado pelo início da greve dos trabalhadores e trabalhadoras da BR Distribuidora, ameaçada de privatização, teve adesão de várias categorias. Estiveram representadas as Centrais CUT, CTB, CSP Conlutas, Nova Central Sindical e Força Sindical e diversos sindicatos como a Assufba, Sindiquímica, SINTEFEM (Sindicato dos técnicos de enfermagem), Sindipetro, Sintracom-BA (Sindicato dos trabalhadores da indústria e da construção civil), Sindicato dos Bancários da Bahia, Sincotelba (Sindicato dos trabalhadores de correios e telégrafos), entre outros. O Comitê UFBA em defesa da democracia e contra o golpe também participou, assim como a APG (Associação dos Pós-graduandos) e membros do Levante Popular da Juventude.

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Em sua fala, a presidente da Apub, Cláudia Miranda lembrou o momento difícil de retrocessos e defendeu a construção da unidade de toda a classe trabalhadora. Denunciou os ataques à Universidade, justamente no momento no qual ela experimentava maior expansão, e à atividade docente, como a “Lei da Mordaça”, mas ressaltou que a Universidade pública não existe isolada do mundo e era necessário fazer a luta em diversas frentes.”Nós estamos com vocês para lutar não só em defesa da educação pública, mas também em defesa de todas as conquistas e de todos os direitos que nós conseguimos alcançar nos últimos anos”, disse.

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[Atualização] De acordo com informações recebidas de docentes, houve adesão total ou parcial à paralisação na UFBA em várias unidades, a exemplo do ISC, Escola de Dança, Faculdades de Farmácia e Educação, Instituto de Letras, FFCH e IHAC.

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