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APUB12 de julho de 2012

Professores querem apoio de parlamentares e da CUT

Em greve há 45 dias, os professores das universidades federais da Bahia decidiram manter a paralisação. A decisão foi tomada em assembléia, nesta quarta-feira (11). São mais de 60 universidades com as atividades paralisadas. Somando-se aos servidores técnicos administrativos e aos estudantes, esta é a maior greve das Ifes no país. Os docentes cobram apoio

APUB SindicatoPublicado em 12 de julho de 2012

Em greve há 45 dias, os professores das universidades federais da Bahia decidiram manter a paralisação. A decisão foi tomada em assembléia, nesta quarta-feira (11). São mais de 60 universidades com as atividades paralisadas. Somando-se aos servidores técnicos administrativos e aos estudantes, esta é a maior greve das Ifes no país.

Os docentes cobram apoio dos parlamentares e da CUT, central sindical que representa a categoria na Bahia. Para cobrar resposta e pressionar os deputados federais, estaduais e vereadores, foi criada uma comissão.

Os professores exigem ainda que o governo reabra as negociações e não aceitam mais esta enrolação por parte dos ministérios da Educação e do Planejamento para apresentar a proposta. Além da falta de respeito com o processo negocial, para piorar a situação, a presidenta Dilma Rousseff ameaçou cortar o ponto dos servidores públicos federais em greve.

Contra essa postura intransigente, os professores entendem que a resposta é o fortalecimento da unidade da categoria. Em apoio, o vice-Reitor da UFBA informou que a Reitora, Dora Leal Rosa, vai defender o não corte dos docentes da universidade em reunião com o Andifes.

Atividades – Nesta sexta-feira (13), os professores em paralisação se unem aos docentes do estado em Maragogipe, em uma manifestação. O ônibus com os grevistas, estudantes e servidores técnicos administrativos sai às 7h. Pela tarde, às 14h, tem novo debate sobre a proposta de carreira que está sendo construída pelo Grupo de Trabalho dos docentes da UFBA, na Faculdade de Arquitetura. Logo depois, professores, estudantes e servidores se reúnem para discutir e avaliar o movimento unificado.

A próxima assembléia está prevista para quarta-feira (18), às 15h, em Arquitetura. No mesmo dia, em Brasília, os professores de todo o país fazem manifestação para chamar atenção do governo e cobrar a reabertura da mesa de negociação.

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